A pesquisa científica é uma das fontes fundamentais para gerar subsídios tanto para identificar a necessidade de produtos e serviços mais sustentáveis, quanto para inspirar sua criação. Uma fonte interessante de informações sobre pesquisa é a revista da FAPESP (vejam os links abaixo)
http://www.revistapesquisa.fapesp.br/
http://www.agencia.fapesp.br/
Identifique nas revistas Pesquisa FAPESP 5(cinco) exemplos de pesquisas ou desenvolvimentos científicos que podem servir de base ou justificar o design ou redesign de produtos ou serviços mais sustentáveis (nome da pesquisa, referência bib, e resumo). A seguir, discuta os eventuais desafios e dificuldades para viabilizar tais produtos ou serviços nos modelos de negócios atuais ou em novos modelos.
Reportagem: Eletricidade Armazenada
ResponderExcluirRevista: Ciência e Tecnologia no Brasil. Pesquisa. FAPESP
Julho 2010, nº173, p.69
Resumo: As novas baterias da empresa Electrocell produzem energia elétrica numa reação química entre o hidrogênio e o oxigênio atmosférico. Não emitem poluentes e trabalham de forma silenciosa e sem vibração. São formadas por placas bipolares de grafite recobertas por chumbo e podem ser estacionárias numa residência, empresa ou até mesmo em veículos.
Desafios considerados: Alto custo de produção das baterias. Energia renovável ainda é um pouco mais cara.
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Reportagem : Luz de Fibra
Revista: Ciência e Tecnologia no Brasil. Pesquisa. FAPESP
Janeiro 2008, nº143, p.74
Resumo: A grade inovação do equipamento, é que ele não usa luminária pra dispersar luz. A fonte luminosa é uma lâmpada refletora própria para uso conjunto com um cabo de fibras ópticas. Com Ziplux 1500 não há dispersão de luz, e o ganho em uma via pode ser da ordem de 10% a 15%. E facilita também na hora da manutenção, que pode ser feito em 15 minutos. Além do Ziplux 1500, há o Ziplux1500s, que utiliza a energia solar para gerar luz, por consequência não utiliza energia da rede pública.
Desafios considerados: Não apresenta lucro em curto prazo para a empresa que adquire o produto.
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Reportagem: Evolução da Tela
Revista: Ciência e Tecnologia no Brasil. Pesquisa. FAPESP
Janeiro 2008, nº143, p.76
Resumo: São monitores FED (field emission display) que geram imagens de qualidade com menos gasto de energia. A produção de luz ocorre da mesma maneira que os CRTs. A diferença é que, ao contrário dos CRTs, que utilizam canhões de elétrons baseados em filamentos aquecidos e tubo de imagem volumoso, os FEDs empregam finas camadas de materiais diversos, que, juntas, somam no máximo 3 milímetros de espessura. O fato de o FED utilizar nanoestruturas como emissores, já garante um menos consumo de energia.
Desafios considerados: Além do custo de produção ser alto, o produto não interessará a grande parte dos consumidores que buscam por alta resolução de imagem, visto que tem a mesma qualidade dos televisores CTR, inferior até mesmo aos LCD.
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Reportagem: Ônibus ambiental
Revista: Ciência e Tecnologia no Brasil. Pesquisa. FAPESP
Julho 2010, nº173, p.72
Resumo: O projeto consiste na circulação de ônibus menos poluentes, como os movidos a etanol, ou nenhum, como o hidrogênio ou eletricidade. Esse projeto está sendo desenvolvido em várias partes do mundo e o Brasil já possui um protótipo híbrido movido a hidrogênio. Foi desenvolvido pelo laboratório de hidrogênio da COPPE da UFRJ.
Desafios considerados: Uma vez que não há necessidade da compra de novos ônibus na cidade, as empresas dificilmente tirariam seus ônibus atuais de circulação e gastariam dinheiro com novos sabendo que a melhoria seria apenas em questão ambiental.
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Reportagem: Catalisadores que tornam a produção de biodiesel mais econômica e sustentável.
Revista: Ciência e Tecnologia no Brasil. Pesquisa. FAPESP
Julho 2008, nº153, p.90
Resumo: Catalisador inorgânico nanoestruturado alcalino chamado de CNK47. Permite fazer a catálise no processo de produção de biodiesel revitalizando a substância em até 5 seções diferentes de produção até atingir a saturação. Não se mistura ao produto, evitando o desperdício e a contaminação da água.
Desafios considerados: Para o processo acontecer necessita-se de temperaturas elevadas – fator que exige gasto de energia elétrica ou de outras fontes – resultando num processo ainda caro nos dias atuais.
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Alunos: Marcos Sussumu | Thomaz Martins
Graduandos: Luiz Fernando | Daniela
ResponderExcluir--
Reportagem: Do campo à mesa
Fonte: Pesquisa FAPESP
Outubro 2010 nº176
Resumo: O universo que se descortina para a nanotecnologia aplicada à alimentação e à agricultura é muito vasto. No Brasil, grupos de pesquisa têm conseguido resultados bastante promissores, alguns com aplicação imediata, como um biofilme com nanopartículas de sintetizadas a partir do extrato de uma planta regional indiana (Ocimum sanctum) e nitrato de prata, desenvolvido no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com pesquisadores da Universidade Amravati, na Índia. A mistura do polímero resulta em uma solução na qual são imersas as frutas que precisam ser protegidas para prolongar o tempo de prateleira, que após a lavagem das mesmas é completamente eliminado da fruta.
Desafios considerados: A aplicação ainda é incerta por se desconhecerem os efeitos das nanofibras no organismo humano. Outro problema seria a inserção de tal produto no mercado, visto que a aparência do mesmo é bastante incomum e causaria estranhamento nos consumidores em potencial.
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Reportagem: Folhas Artificiais
Fonte: Site de notícias Agência Fapesp
http://www.agencia.fapesp.br/materia/12958/entrevistas/folhas-artificiais.htm
(acessado em 30 de Outubro de 2010)
Resumo: O desenvolvimento de catalisadores capazes de mimetizar a fotossíntense, captando a luz solar com a mesma eficiência de uma planta é, segundo James Barber, professor do Imperial College London, a solução definitiva para a questão energética global.
A folha artificial captaria a energia solar e a armanezaria a mesma em bombas químicas, produzindo combustível. Ela usará energia da luz para tirar oxigênio da água. Em seguida, o oxigênio servirá para converter o dióxido de carbono novamente em um composto rico em carbono.
Desafios considerados: Alto custo de produção por se utilizar do processo de captação de energia
chamada fotovoltaica, que é cara, sendo uma alternativa de longo prazo para a questão energética.
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Reportagem: Eletricidade Armazenada
Fonte: Pesquisa FAPESP
Julho 2010, nº173
Resumo: Baterias para veículos, sistemas solares e eólicos da empresa Electrocell que produzem energia elétrica através da reação química entre o hidrogênio e o oxigênio atmosférico não emitindo poluentes. São formadas por placas bipolares de grafite usadas nas células a combustível recobertas por uma fina camada de chumbo.
Desafios considerados: Custo elevado de produção, não sendo uma opção economicamente interessante em curto prazo.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirJean Lucas Franco & Morgana de Franceschi Hoefel
ResponderExcluirRevista Ciência e tecnologia no Brasil
Pesquisa Fapesp
Edição nº 174 de agosto/2010
Pág. 70 - Cinzas de valor
Neste artigo é mostrada uma utilização para as cinzas dos bagaços incinerados da cana de açúcar.
O físico Silvio Rainho Teixeira mostra alguns exemplos, como a produção de briquetes, uma alternativa ao carvão vegetal; fritas, para acabamento final em peças de cerâmica; e vitro-cerâmica.
Pág 74 - Sem desperdício
Aqui é apresentada uma nova metodologia que ajuda a reduzir ao mínimo a quantidade de energia que se perde nos fios elétricos. O método não reduz a perda a zero pois afirma-se que isso não é possível, mas ele ajuda a evitá-la principalmente na parte onde ela é distribuída para casas, onde se perde a grande maioria.
Pág 80 - Plástico vegetal
O plástico biodegradável desenvolvido a partir do caroço de manga é o assunto deste artigo. Esse plástico pode ter texturas diferentes dependendo do modo de preparo, podendo ser usado para filtrar água. Seu tempo de biodegradação é muito menor que o do plástico convencional, que demora 150 anos em média.
Edição nº 159 de maio/2009
Pág 72 - Carapaça versátil
Nesta edição são apresentados usos interessantes para a casca do substâncias obtidas da casca do camarão e do óleo do grão de soja. A substância obtida é usada em diversos produtos como o gel para cabelo e o para ultrasonografia. Essa substância é um possível substituto para os polímeros petroquímicos, pois possui viscosidade similar e é biodegradável.
Edição nº 138 de agosto/2007
Pág 65 - Luz de capim.
Esta citação fala sobre a instalação de uma usina de energia elétrica movida a capim. A usina será posta em São Desidério na bahia.
Força dos Raios do Sol
ResponderExcluirJulho de 2009 N:161 pag. :62
Uma aeronave movida a energia solar capaz de voar de dia e noite sem precisar queimar um único litro de gasolina. O avião possui uma bateria que armazena energia durante o dia permitindo o voo a noite.
Esse avião já possui um protótipo, então ele é tecnologicamente possível de ser construído. Ele possui algumas “falhas” para a atual demanda aérea: suporta apenas um passageiro em sua versão atual e também possui uma velocidade menor do que a maioria dos aviões utilizados hoje. Talvez por esse motivo ele não seja a principal escolha das fabricantes, porque é muito reduzido o número de pessoas que se locomovem sozinhas em aviões. Mas é um começo, e uma tecnologia que pode evoluir para atuar independente em aviões maiores ou até mesmo como auxiliar para redução de outros combustíveis. E nesse ponto temos a rede de grandes empresas que lucram com energias provenientes, principalmente, do petróleo, que não vão facilitar para que um produto como esse entre no mercado.
Lavagem Inovadora
Julho de 2009 N:161 pag. :62
Um novo motor elétrico criado especialmente para uma minilavadora de roupas, composto de um estator- bobinas feitas com fios de cobres espirais que fornecem a energia elétrica ao circuito – e de um rotor, mecanismo giratorio em forma de anel composto por imas permanentes, com potencial para aplicação em veículos elétricos e trens magnéticos, foi desenvolvido pelo estúdio Santos Dumont, empresa de São Paulo
Bate de frente com grandes empresas de eletrodomésticos que vendem lavadouras convencionais que dão muito manutenção e consequentemente lucro, além do que se as pessoas optarem por lavadoras desse tipo por ser mais econômica, as convencionais acabariam não vendendo muito, e deixando alguns empresários bem furiosos . Por outro lado, essa minilavadora ainda não suporta lavagens mais pesadas, o que não descartaria totalmente as convencionais, mas para que isso seja superado é apenas um passo! Quanto à aplicação do mesmo tipo de motor (magnético) em carros e trens, batemos novamente com nossas amiguinhas petroleiras, que não gostam de meios de transporte que não utilizem suas fontes de combustível.
Borracha Versátil
Maio de 2008 N:147 pag: 80
Um material com propriedades emborrachantes capaz de se auto reparar foi desenvolvido a partir de moléculas e ácidos graxos retirados do milho de outros vegetais e da ureia.
Outra aplicação possível de ser construída, poderia reduzir em muito o gasto com substituições e manutenção de produtos que o utilizem, como em alguns pneus. É um produto viável de ser produzido e comercializado inserido no mercado de forma a trazer benefícios no campo da sustentabilidade renovando os produtos que necessite de propriedades emborrachantes.
Roupas Inteligentes
Marco de 2010 n:169 pag:65
Utilizando nano-tecnologia aplicadas em roupas podem gerar energia a partir do movimento do corpo e pode ser usada para abastecer celulares, marca-passo e aparelhos eletrônicos portáteis .Eles são flexíveis e relativamente fáceis e baratos de fabricar.
É uma solução simples e eficiente e, não agride as grandes empresas, seriam utilizadas para recarregar pequenos aparelhos, coisa que muitos deles já vêm com bateria própria e utilizam baixa energia para recarregá-las. É um produto viável que as empresas responsáveis por produtos eletrónicos poderiam estar produzindo inovando e tendo um conceito sustentável na sua produção e distribuição..
O tênis que saiu da universidade
Julho de 2009 N:161 pag. :62
E um tênis desenvolvido na UFMG permite que ele absorva e amorteça melhor os impactos de uma caminhada. Também traz conforto e boa sensação térmica para os usuários.
De cunho social esse ténis traz mais conforto durante a prática de alguns esportes, já foi fabricado e altamente viável de estar no mercado. Esse produto tem por objetivo a satisfação do usuário que deve ter o melhor conforto seja para lazer ou para o serviço.
Eduardo Silva de Souza
Isaque Matos Elias
A força dos ventos
ResponderExcluirPotencial eólico brasileiro movimenta pesquisa para o desenvolvimento de geradores de pequeno porte.
Moinhos de vento de cerca de 110 metros de altura transformam em energia os ventos alísios que sopram constantemente durante todo o ano nas costas e no interior do Nordeste brasileiro, assegurando aos parques eólicos instalados na região uma produtividade bem acima da média mundial.
Plástico avançado
Material ganha resistência ao impacto e menor combustão.
Desenvolvido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), teve como objetivo transformar o polipropileno – usado em embalagens de biscoito, carpetes, frascos e em peças do setor automotivo – em um material com maior resistência ao impacto, mas que mantivesse suas qualidades estruturais. “Adicionamos à resina termoplástica materiais como borracha e argila, controlando a estrutura em escala nanométrica”, diz o professor Ricardo Oliveira, do Instituto de Química da UFRGS. “Com esse controle, distribuímos a argila na interface entre a borracha e o polipropileno, o que resultou em ganhos significativos de resistência ao impacto sem perda de rigidez do material.” A escolha da argila foi feita em função da sua constituição química, que possibilita a separação das suas camadas de silicato, onde são intercaladas as cadeias poliméricas.
Sem desperdício
Nova metodologia e software melhoram o controle das perdas de energia do setor elétrico.
O professor Antonio Padilha Feltrin, do Departamento de Engenharia Elétrica do campus de Ilha Solteira da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no interior paulista, desenvolveu, com apoio da FAPESP, um sistema que analisa as perdas elétricas. A ideia era obter medidas de maneira relativamente rápida, realizar um acompanhamento e propor um plano de ação para diminuí-las. Os resultados, porém, superaram essa expectativa. O estudo deu origem também a uma metodologia e a um software para ajudar as companhias de distribuição a calcular e entender melhor como e onde ocorrem as principais perdas.
Do campo à mesa
Nanotecnologia é utilizada para produzir filmes comestíveis e fertilizantes.
Biofilme com nanopartículas de prata – estruturas com diâmetro na faixa de 10 a 40 nanômetros – sintetizadas a partir do extrato de uma planta regional indiana (Ocimum sanctum) e nitrato de prata, desenvolvido no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) em parceria com pesquisadores da Universidade Amravati, na Índia. A mistura do polímero obtido a partir de um vegetal e das nanopartículas de prata resulta em uma solução na qual são imersas as frutas que precisam ser protegidas para prolongar o tempo de prateleira.
Ônibus ambiental
Coppe constrói veículo a hidrogênio e bateria.
É um ônibus aparentemente convencional para 29 passageiros sentados e 40 em pé que foi concebido e construído ao longo de cinco anos pelo Laboratório de Hidrogênio (LabH2) do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ramon G V Schneid
ResponderExcluirCleiton Luiz de Oliveira
Biogás do arroz
Julho de 2008 Nº: 149 Pag: 81
Pesquisadores chineses da Universidade de Tecnologia Química, de Pequim, criaram um método ambiental e economicamente eficiente de produção de biogás a partir da palha do arroz, um rejeito agrícola que causa poluição atmosférica ao ser queimado. Foi descoberta uma forma de quebrar a celulose presente na biomassa, algo que os métodos até então existentes não faziam com eficiência. Liderado pelo engenheiro ambiental Li Xiujin, o grupo superou esse problema submetendo a palha a um tratamento com uma pequena quantidade de uma solução alcalina contendo 6% de hidróxido de sódio, aumentando consideravelmente a degradação da palha em reatores de digestão anaeróbica, sem a presença de oxigênio. A pesquisa abre caminho para a China, maior produtor mundial de arroz com sobra de 230 milhões de toneladas de palha do cereal, tornar-se um dos líderes mundiais no setor de biocombustíveis, embora para isso ainda sejam necessários elevados investimentos em instalações industriais.
Degradação Dificil
Outubro de 2008 Nº: 152 Pag: 76
Você já deve ter notado que as sacolas plásticas que você usa no dia-a-dia trazem a informação de que são confeccionadas com plástico oxibiodegradável . Esse tipo de plástico começou a ser produzido no final da década de 80 e, segundo seus fabricantes, são ambientalmente corretos e se decompoem rapidamente na natureza. Uma pesquisa mais recente, porém, revelou que apesar do plástico se fragmentar e virar pó rapídamente, ele não é consumido pelos fungos, bacterias e outros microorganismos. O que significa que os componentes do produto não são retornados ao ciclo.
Em um teste foram comparadas duas amostras de plástico, uma com o aditivo pro-oxidante e outra sem. O resultado foi que a amostra com o pro-oxidante de fato se fragmentou mais rapidamente, porém mesmo após dois meses, nenhuma das duas amostras demonstrou uma diferença significativa na redução de massa. O que significa que as tais sacolas de plástico oxibiodragradável não são realmente biodegradáveis.
A revolução dos LEDs
Setembro de 2007 Nº: 139 Pag: 68
Uma nova concepção de semáforo de trânsito, com design inovador, mais leve e compacto, que possui, no lugar das tradicionais lâmpadas incandescentes, diodos emissores de luz de alto brilho como fonte luminosa, os chamados LEDs, foi criada por pesquisadores do Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de São Carlos (Cepof) da Universidade de São Paulo (USP). Batizado de Blackout, uma de suas vantagens é o baixo consumo de energia, 15% inferior aos aparelhos convencionais. Possui uma bateria reserva que lhe garante mais de uma hora e meio de funcionamento mesmo no caso de um blecaute. Além disso, sua vida útil é muito maior e o custo de manutenção até 80% menor.