O filme Food Inc (Alimentos SA) apresenta-se como um documentário que trata do que comemos e como isso é produzido.
O site oficial do filme é http://www.foodincmovie.com/
Nele é possível acessar alguns materiais elaborados para uso educacional
http://www.foodincmovie.com/spread-the-word.php
como um documento que orienta a discussão dos temas tratados nos filmes
http://www.foodincmovie.com/img/download/foodinc_discussion_guide_Spanish.pdf
Encontrei no Youtube boa parte do filme legendado em português:
(part 1) http://www.youtube.com/watch?v=71TXR2Adx4E
(part 2) http://www.youtube.com/watch?v=gTYBZoyyVE0
(part 3) http://www.youtube.com/watch?v=1HtV4T4U864
(part 4) http://www.youtube.com/watch?v=yQJ6XmvutJ4
(part 5) http://www.youtube.com/watch?v=IG2LMs3ohn0
(part 6) http://www.youtube.com/watch?v=gncMcZ-kgjQ
(part 7) http://www.youtube.com/watch?v=yzsuVJYoEi0
(part 8) http://www.youtube.com/watch?v=RDjTCunTcp0
Mas, para aqueles que podem, minha recomendação é comprar o DVD. Na Amazon ele custa apenas U$ 9,99. Nada melhor do que comprá-lo e contribuir para os produtores se estimularem a darem continuidade a criação de documentários que nos façam refletir sobre nosso estilo de vida, como é o caso do Food Inc.
A mensagem do filme pode ser resumida na frase: “Queremos pagar o mínimo possível pela nossa comida, mas não entendemos que isso tem um preço.”
Fala da comida clonada, o problema de falta de identificação deste tipo de alimento e dos geneticamente modificados. Do banho de amônia na carne para hambúrger para matar uma variação resistente à antibiótico da Escherichia coli. Da criação em condições lastimáveis de animais para abate. Da política de subsídio ao milho fez com que toda a produção de animais se baseasse nesse grão, causando até as hordas de imigrantes mexicanos que tanto os americanos reclamam…
Como chegamos a este ponto ? e qual a relação desta situação com as grandes corporações alimentares ? e o com o comportamento dos consumidores ?
Para os alunos do curso de animação: Como podemos usar o design de animação (filmes, jogos, etc) para contribuir para disseminar princípios que ajudem a criar consumidores conscientes e uma indústria de alimentos mais responsável e sustentável ?
Alimentos e a sua sustentabilidade
ResponderExcluirQuando paramos para pensar da onde vêm nossos alimentos, construímos uma imagem sustentável, agradável e segura. Criamos a ilusão que aquele produto embalado, com diversos processos de produção, não pode nos prejudicar. Assistindo ao documentário Food Inc. percebemos ser vulneráveis a um sistema despreocupado com a saúde e o bem estar, na realidade tem por objetivo o lucro de poucas empresas, criando diversos problemas da ordem política à médica. Sabendo que seus processos não são os mais adequados não divulgam e ainda fazem o possível para que a verdade não apareça.
Segundo o documentário o processo de produção dos EUA começaram a desandar com a criação dos drive-in McDonalds, uma forma rápida e barata de alimentação, a industrialização dos alimentos não prezando pela qualidade. Os fornecedores, desde a produção do tomate a carne de gado, viram nesse sistema uma forma de ter mais benefícios com isso começaram e esquecer a preocupação com a saúde. Foi o inicio dos alimentos com grande quantidade de agrotóxicos, animais criados sem o menor respeito, mão de obra barata e com o tamanho das instalações tornou a industria alimentícia em um abrigo para agentes nocivos aos seres humanos, como por exemplo a salmonela e a e.coli. Todos esses fatores em prol da velocidade de produção e baixos custos.
Com tantos problemas aparentes e diversos casos de contaminação, as autoridades governamentais deveriam tomar providências para proteger o consumidor, porém são essas autoridades que estão na gestão das mega corporações alimentícias. Tudo é um jogo de poder, interesses financeiros. Ao olhar no mercado o que vemos como uma imensa quantidade de opções na realidade se limita a algumas poucas empresas que administram os recursos criando novas opções com a manipulação. O milho é um exemplo disso podendo ser utilizado para fazer uma infinidade de produtos manipulando o quimicamente.
Nos EUA os fast-foods são a principal fonte de alimentação de muitas famílias. Economizam na alimentação mais gastam com remédios para diabetes e outras doenças desenvolvidas pelos maus hábitos alimentares, impulsionados por um governo que subsidia alimentos como a batata frita, tornando-os mais acessíveis do que alimentos saudáveis como a cenoura ou outros vegetais.
O filme nos trás outras situações e complicações da industria alimentícia mas os fatos abordados já refletem uma imagem de um sistema nada sustentável que torna o homem decadente, explorador e iludido. Decadente por se embriagar de gordura, sal e açucares acumulando calorias em demasia gerando problemas das mais diversas ordens para sua saúde e do seu semelhante; explorador por tratar os animais como mercadorias sem nenhum respeito, durante a sua vida, dando o mínimo para que cresçam e engorde o mais rápido sem se importar com as consequências além de abater os animas de forma industrial e dolorosa beirando a crueldade; concluindo somos iludidos acreditando na possibilidade da compra da solução dos nossos problemas consumindo cada vez mais remédio e fomentando a industria do consumo tornando assim um mundo menos sustentável.
Food Inc é um documentário da situação alimentícia dos Estados Unidos da America me preocupo em pensar o qual próximo dessa realidade estamos aqui no Brasil.
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ResponderExcluirA pergunta que o filme nos faz é: Você sabe de onde vem a sua comida?
ResponderExcluirFood, Inc. é um documentário dirigido por Robert Kenner que traça um panorama assustador de como são produzidos os alimentos nos Estados Unidos. A realidade do filme não acontece somente nos Estados Unidos, mas com a grande parte dos países do mundo.
Ele critica ferozmente a indústria alimentícia americana, desde o seu modelo agronegócio em larga escala, passando pelo uso abusivo de fertilizantes e agrotóxicos, pelo plantio insustentável do milho e da soja e pela forma cruel e a longo prazo inviável de como os animais são criados e abatidos. Essa questão tem familiaridade com o Brasil que, para o plantio de soja, queima grandes quantidades de terras não visando a sustentabilidade da mesma, e que acarreta o problema do aquecimento global.
Com uma rápida visita ao supermercado, logo nos deparamos com embalagens esteticamente atrativas, que em suas estampas se encontram imagens de agricultores, da cerca e do silo, que é meramente uma cortina que a indústria de alimentos norte-americanos se utiliza para esconder a verdadeira origem de seus produtos, porque caso o contrário, talvez as pessoas nem quisessem consumir.
Empresários cada vez mais tomam os lugares dos agricultores, pois no mundo atual, a imagem de fazendeiros cuidando de seus animais, se extinguiu, dando origem a gigantes empresas alimentícias que dominam o mercado norte-americano. Para ter uma noção do tal crescimento, cinco das maiores empresas embaladoras de carne de vaca, controlavam cerca de 25% do mercado. Hoje em dia, as quatro maiores controlam cerca de 80% do mercado. E o mesmo acontece com o porco.
Para que isso mude, não basta dar o fim nas grandes empresas, mas sim mudar a consciência da população consumidora destes produtos. O documentário relata a Wal-Mart como um exemplo disso. Com o apelo da população, a Wal-Mart colocou em suas prateleiras produtos orgânicos, dando assim um significante passo para uma novo hábito alimentar, evitando assim produtos com excesso de agrotóxicos e afins.
Jean Lucas Franco
ResponderExcluirO melhor meio que o design de animação tem para contribuir com a questão seria passando uma mensagem. Seja mostrando como a situação está ou algum tipo de solução, jogos, desenhos e afins possui um grande poder para transmitir uma mensagem ou ideal para os espectadores do mesmo.
Seja com metáforas ou uma mensagem direta, ainda mais nos jogos onde existe uma interatividade por parte do usuário, é possível mostrar, por exemplo, de uma forma que até mesmo crianças compreendam que o sistema está errado sem ser muito agressivo ou mostrar de uma maneira mais agressiva para um público mais velho, com o propósito de chocar e conscientizar.
Um bom exemplo é Wall-e, que consegue falar de conscientização ambiental de modo que crianças e adultos sejam capazes de captar a mensagem e o filme ainda é agradável para ambos.
O melhor meio, que também é a especialidade de um trabalho de animação, é apelar para o sentimental das pessoas. Uma animação que informasse e apelasse para o sentimental conscientizaria duas vezes, mostrando que é errado e que é mau.
Há tempos a indústria de alimentos não tem mais origem em ingênuas fazendas como ainda é rotulado em seus produtos, exibidores de uma América agrícola e saudável. Hoje nossos alimentos provêm de enormes fábricas industriais, baseadas no Fordismo, que priorizam o lucro e não a saúde.
ResponderExcluirO documentário Food, Inc. retrata os perigos e crimes da indústria alimentícia americana com esperança de provocar mudança nos hábitos alimentares dos espectadores. As não mais pequenas fazendas, agora enormes fábricas, tiram cada vez mais o alimento de perto da sua origem e estrutura natural antes de levá-los às mesas.
Somos apresentados a absurdos com os quais nunca demos devida consideração. Animais ignorantemente mal tratados, criados exclusivamente para fins industriais, com ilimitada quantia de hormônios e antibióticos. Frangos com o peito artificialmente estufados, visando a fartura na mesa do consumidor e, claro, o lucro.
A indústria alimentícia americana afeta a saúde pública, o meio ambiente, o direito dos animais e até dos próprios trabalhadores visando o aumento da produtividade. Todos os males, como contaminações, doenças, entre elas obesidade e diabetes, o mal-trato aos animais, a poluição ambiental e até a falta de postura do governo - no esforço de fornecer alimentos mais baratos, independentemente das conseqüências negativas - são cobertos pelo monopólio de grandes corporações no controle de alimentos, como a Tyson Food Inc, Smithfield Fods, e Monsanto, produtora de alimentos geneticamente modificados - as quais, curiosamente, negaram entrevista para a produção do documentário deixando suspeitos seus envolvimentos com o problema.
Particularmente não acredito num mundo perfeito em pouco tempo. Reeducar todos os consumidores e mudar seus hábitos alimentares é tarefa muito mais difícil do que aparenta. Claro que ainda existem pessoas como Gary Hishberg e Joel Salatin, cuja fazenda produz carne de maneira não-industrializada, mas ainda é muito pouco o número dos que querem fazer realmente a diferença.
Pressionar as indústrias e supermercados, e buscar por alimentos produzidos localmente por produtores pequenos é muito mais difícil - e caro - do que apenas colocar no carrinho os produtos das grandes empresas expostos nas prateleiras do supermercado.
Infelizmente, muitos "Kevins" ainda terão que morrer com intoxicação alimentar para que ocorra essa revolução nas nossas consciências. Continuaremos todos acomodados até que os maus provenientes da má alimentação ataquem a nós mesmos.
Há tempos a indústria de alimentos não tem mais origem em ingênuas fazendas como ainda é rotulado em seus produtos, exibidores de uma América agrícola e saudável. Hoje nossos alimentos provêm de enormes fábricas industriais, baseadas no Fordismo, que priorizam o lucro e não a saúde.
ResponderExcluirO documentário Food, Inc. retrata os perigos e crimes da indústria alimentícia americana com esperança de provocar mudança nos hábitos alimentares dos espectadores. As não mais pequenas fazendas, agora enormes fábricas, tiram cada vez mais o alimento de perto da sua origem e estrutura natural antes de levá-los às mesas.
Somos apresentados a absurdos com os quais nunca demos devida consideração. Animais ignorantemente mal tratados, criados exclusivamente para fins industriais, com ilimitada quantia de hormônios e antibióticos. Frangos com o peito artificialmente estufados, visando a fartura na mesa do consumidor e, claro, o lucro.
A indústria alimentícia americana afeta a saúde pública, o meio ambiente, o direito dos animais e até dos próprios trabalhadores visando o aumento da produtividade. Todos os males, como contaminações, doenças, entre elas obesidade e diabetes, o mal-trato aos animais, a poluição ambiental e até a falta de postura do governo - no esforço de fornecer alimentos mais baratos, independentemente das conseqüências negativas - são cobertos pelo monopólio de grandes corporações no controle de alimentos, como a Tyson Food Inc, Smithfield Fods, e Monsanto, produtora de alimentos geneticamente modificados - as quais, curiosamente, negaram entrevista para a produção do documentário deixando suspeitos seus envolvimentos com o problema.
Particularmente não acredito num mundo perfeito em pouco tempo. Reeducar todos os consumidores e mudar seus hábitos alimentares é tarefa muito mais difícil do que aparenta. Claro que ainda existem pessoas como Gary Hishberg e Joel Salatin, cuja fazenda produz carne de maneira não-industrializada, mas ainda é muito pouco o número dos que querem fazer realmente a diferença.
Pressionar as indústrias e supermercados, e buscar por alimentos produzidos localmente por produtores pequenos é muito mais difícil - e caro - do que apenas colocar no carrinho os produtos das grandes empresas expostos nas prateleiras do supermercado.
Infelizmente, muitos "Kevins" ainda terão que morrer com intoxicação alimentar para que ocorra essa revolução nas nossas consciências. Continuaremos todos acomodados até que os maus provenientes da má alimentação ataquem a nós mesmos.
Assistindo ao filme Food Inc. percebemos que o documentário foca em um assunto muito discutido e comentado atualmente, porém sem despertar muita a atenção de muitas pessoas: o processo de produção de alimentos agrícolas. Mostrando o lado negativo desse tipo de produção, que se torna cada vez mais um sistema rápido e dinâmico, deixando em segundo plano a qualidade dos produtos, assim visando primeiramente o lucro.
ResponderExcluirOs alimentos que compramos e consumimos não vem mais de simples fazendas, pois a fazenda se tornou fabrica, onde tantos os animais quanto os trabalhadores são explorados. Os agricultores não tem tanta preocupação com o meio ambiente, aspectos sociais e sustentabilidade ecológica dos seus sistemas de produção, o que deveria ser mais visado nesta área para garantir a saúde dos consumidores que muitas vezes estão expostos a sérios riscos por causa de um sistema de produção que se torna precário em termos de qualidade dos alimentos fornecidos à venda.
Para uma agricultura mais sustentável deve existe uma conciliação entre produtividade, lucratividade, qualidade e preservação do meio-ambiente. Infelizmente, dentro do capitalismo e da maximização dos lucros com o aumento irrefreável da produção, a palavra 'sustentável' não se configura facilmente diante ao imediatismo do grande capital.
Daniela.
De onde vem nossa comida? Essa é principal questão que o filme Food Inc. vem abordar. Podemos ver um sistema industrial na produção de carnes e vegetais, que têm tido um aumento significativo em suas quantidades de anabolizantes e/ou agrotóxicos, o modo de produção antigo (chamado de orgânico) foi abandonado em prol da rentabilidade de grandes empresas, essas que dominam a maior parte da produção desse mercado.
ResponderExcluirConseguimos notar um efeito dominó de aspectos degradantes onde o milho e a soja são modificados geneticamente, para suportar pesticidas mais fortes; essas produções são geralmente utilizadas como alimentação para os animais de criadouros; que além de estarem ingerindo alimentos que não deveriam fazer parte de suas dietas e que causam certos danos em seus organismos, ainda recebem mais doses de químicos para acelerar e aumentar seu crescimento; esses animais são abatidos em abatedouros onde a principal mão-de-obra se assemelha muito à escravidão, que normalmente vêm de imigrantes ilegais, no caso dos EUA; esses cortes de carnes são novamente inseridos em mais produtos tóxicos para que sejam conservados por mais tempo; esses produtos, por sua vez, são transportados até seus fornecedores finais, causando assim uma queima (absurda) de combustível dos seus meios de transporte; e por fim, esses produtos são consumidos com mais adição de outros produtos tóxicos (ou que contenham tóxicos, como vegetais trangênicos) e no caso de redes de fastfoods são ainda maiores.
A produção de animais hoje pode ser comparada com o estilo fordismo de produção, onde o que preza é sempre quantidade e lucro. Os produtores que abastecem essas grandes redes, que tratam seus animais de maneira cruel e até mesmo desumana, fazendo com que eles cresçam tanto em tão pouco tempo que muitas vezes o próprio organismo desses pobres animais não conseguem se suportar; são esses trabalhadores que são “criados” da mesma forma que criam seus animais. As grandes empresas os mantém sempre ligados a elas, exigindo melhorias tecnológicas que custam muito mais do que o faturamento desses produtores, ou seja, crescem tão rápido (incentivados pelas grandes empresas) que mal conseguem se suportar, entrando dívidas enormes.
Hoje podemos ver uma procura, ainda pequena mas que está em crescimento, por alimentos orgânicos, que ainda recebem o nome de saudáveis. É de papel importante, mas não exclusivo, dos consumidores finais exigirem e reivindicarem por alimentos orgânicos, mas devido a esses produtores pequenos, que não fazem parte da rede controladora das mega-empresas, não serem tão subsidiados pelo governo e serem em menor número, o custo do produto final pode ultrapassar em até 5 vezes em relação a produtos “industriais”. Basta que cada elemento desse dominó melhore aos poucos para termos uma grande mudança. Ações simples como consumir de produtores mais próximos reduzem a quantidade de gases nocivos lançados pelo ar. Ajudaria muito se cada um fizesse sua parte.
Chegamos a um ponto em que estamos nos alimentando de alimentos que acabam fazendo mal à nossa saúde e por se distanciarem da sua verdadeira natureza, perdem seu real sabor e cheiro.
ResponderExcluirO documentário fala sobre os modos de produção dos alimentos, abordando desde como os animais são criados e abatidos, o excesso do uso de hormônios e antibióticos, a inserção na alimentação de soja geneticamente modificada, etc.
Cabe à nós mudar em prol de uma produção de alimentos mais consciente e mais saudável e fazer com que as grandes indústrias visem mais a saúde do que somente o lucro. São pequenas atitudes individuais mas que podem fazer diferença se tomadas por um grande número de pessoas.
Eis aqui algumas tiradas do próprio filme
Compre de companhias que tratem dos trabalhadores, dos animais e do meio ambiente com respeito.
Quando for ao supermercado, escolha alimentos da época, compre alimentos orgânicos, saiba o que seus alimentos contém
faça compras em mercados de produtores
plante um jardim
leia os rótulos
compre alimentos que são feitos localmente
peça ao congresso para reforçar os padrões de segurança alimentar
O designer de animação pode de forma interativa, fazer virais, curtas, até mesmo longas, dos vários métodos possíveis, sejam eles em técnicas 2d, 3d, stop motion, enfim, conscientizar as pessoas de exigirem por produtos saudáveis.
Acho que os designers de animação teriam que que divulgar videos e curtas com o intuito de alertar as pessoas da qualidade da comida que eles comem. Os grandes conglomerados da indústrias alimentícias com certeza não ficaria muito felizes com isso, e os designers provavelmente teriam que usar pseudônimos para evitar ameaças e processos, e usar sites como youtube para aumentar a divulgação. Provavelmente os senhores da indústria alimentícia iriam usar sua influencia para remover os videos do youtube, mas a o estrago já estaria feito, porque muitas pessoas teriam gravado o vídeo em seus computadores pessoais e repassado pra outros sites...
ResponderExcluirO documentario retrata um paradigma de produção alimentar, nos Estados Unidos, que cada vez produz mais e com menos recursos. Este documentario mostra como os modos de produção da comida que chega as mesas estado unidenses todos os dias, desde o modo como os animais são "industrializados", criados em lugares cada vez menores, com rações cheias de hormonios e antibioticos, e abatidos cada vez mais brutalmente. Tudo isso para produzir mais em menos tempo. O aumento de produção dos alimentos, como a soja e o milho, geneticamente modificados, que são mais fotes aos pesticidas, entre outros recursos utilizados pelas companhias para aumentar sua produtividade, e que cada vez mais faz com que os alimentos fiquem mais longe de suas naturezas. Isso somado aos impactos a saude, como aumento de incidencias de obesidade, devido aos alimentos que são mais baratos, são os mais gordurosos, ou que mais mal fazem, a diabetes e também a contaminação por E. Coli, que é uma doença letal, que é causada pelo tipo de ração dada ao gado. Mas o filme também mostra caminhos, e mosntra que os grandes "poderosos" são os consumidores, ja que escolhem o que compram, e além disso, são eles que podem cobrar e pressionar a industria por mudanças. Para mudar, o filme diz que é nescesario os conssumidores escolherem os produtos organicos, alimentos produzidos localmente e por pequenos produtores. Mas infelizmente, o preço ainda é um empecilho para muitos.
ResponderExcluirO filme fala sorbe um assunto delicado, sobre nossa alimentação, e como ela pode ser prejudicial para nós, para o mundo, para os animais, enfim, ruim para todos, com exceção ddas grandes corporações alimenticias, as unicas que tem algo a ganhar com tudo isso, embora o consumidor tenha alimentos por um preço baixo, muitas vezes, esse preço acaba sendo pago depois, com a saude do mesmo.
ResponderExcluirO filme apresenta algumas soluções, embora poucas e muitas vezes longe do alcance da maioria, até que a situação mude continuaremos sendo dependente dos grandes conglomerados.
O documentário Food Inc. revela, de modo ácido e claro, a situação da indústria alimentícia norte-americana e suas consequências locais e globais.
ResponderExcluirO papel do designer de animação se expressa na pesquisa e produção de material que venha a retratar e alertar a população sobre o quadro apresentado no documentário em questão através das várias mídias disponíveis para tal.
Já existem iniciativas similares, como no jogo eletrônico "Mcvideogame" (www.mcvideogame.com), que, com uma alta dose de humor, crítica a cadeia de fast-foods.
O filme retrata um problema próprio dos estadounidenses, porém, em certo nível, passamos pelas mesmas questões. Nosso gado, na maioria, é criado em grandes pastos, porém o uso de antibióticos, principalmente nas aves, é algo digno de preocupação. Uma providência interessante seria investir na propaganda do gado nacional em relação às melhores condições dadas até o momento do abate. Isso poderia ser feito com animações que evidenciassem as diferenças do gado nacional do internacional. Isso ajudaria também na exportação.
ResponderExcluirFood, inc. é um documentário do diretor americano Robert Kenner que tem o objetivo de remover a máscara que encobre o sistema de produção e distribuição de alimentos para a população, principalmente nos setores nos quais poucos controlam a maior porcentagem desse mercado.
ResponderExcluirEm primeira instância a obra apresenta a produção em larga escala de carnes (de frango, bovina e suína). Devido ao aumento da demanda os métodos tradicionais de criação de animais passaram por modificações ao ponto desse se tornar inviável economicamente. Através do uso de hormônios, sistemas automatizados de alimentação e vacinas, é possível tornar o período entre o nascimento do animal e o momento no qual estará pronto para o abate até três vezes mais curto, porém há um custo por trás disso, esse animal criado para se tornar alimento apresenta deformidades, baixa resistência à doenças e parte da química absorvida por ele consequentemente será absorvida pelos consumidores, na maioria das vezes sem que eles mesmos o saibam. Os trabalhadores envolvidos no processo também sofrem com o sistema, trabalhando por longos turnos em uma mesma tarefa, recebendo salários muito baixos e sendo expostos à várias substâncias tóxicas por extensos períodos, o que não parece preocupar as grandes empresas, já que apesar da demanda de mão-de-obra ser grande, a disponibilidade de trabalhadores que se submeteriam à essas condições é ainda maior.
O segundo fragmento do filme se enfoca na produção de vegetais, principalmente no milho e na soja, ambos tendo a aplicação de agrotóxicos e outros produtos nocivos no processo. O milho é um alimento de fácil produção, seus custos são baixos e também é extremamente versátil, sendo um componente (direta ou indiretamente) da maioria dos alimentos que consumimos. Ele também é parte integral dos métodos de pecuária citados anteriormente, devido ao seu preço, o milho é introduzido na alimentação desses animais, mesmo não sendo um alimento consumido naturalmente por todos esses.
A soja passou por uma mudança muito rápida nas últimas décadas. Assim como o milho, a soja possui uma grande versatilidade na área de alimentação, porém em busca de maior eficiência no plantio (como resistência à agrotóxicos mais potentes), foram feitas as modificações genéticas do vegetal, originando a soja transgênica, patenteada pela empresa Monsanto. Em um cenário similar ao da pecuária, os métodos dos agricultores tradicionais simplesmente não consguia competir com essa nova semente, o que levou a uma dominação muito rápida do mercado pelo vegetal modificado, porém somente a própria Monsanto tem o direito de distribuir as sementes modificadas, gerando um ciclo vicioso de dependência desses agricultores pela semente patenteada. Há uma série de regras, seguidas por fiscalizações rigorosas aplicadas à esses agricultores para certificar de que tudo está sob o controle da multinacional e que nenhum deles conseguirá escapar do ciclo, um caminho sem volta.
A terceira e última parte enfatiza o quanto poder está nas mãos dessas empresas que dominam as maiores fatias do mercado, como a Monsanto citada acima. Essas empresas estão acima da lei. Direitos de trabalhadores são revogados, termos de segurança de consumo e produção são ignorados, impactos ambientais do sistema indutrial são omitidos e qualquer tentativa de escapar desse ciclo é rapidamente vetada. Não se procura a criação de um novo sistema ideal para a produção e distribuição de alimentos de qualidade, mas sim adapta-se ao velho sistema alguns mecanismos que “consertarão” temporariamente a situação. O poder está nas mãos do consumidor, o consumidor não deve ter de se adaptar ao sistema e sim o oposto, está nas mãos do cliente a decisão sobre o que lhe beneficia e o que deve ser descartado. No entanto não se pode batalhar antes de saber qual é o seu inimigo, e é esse o intuíto por trás de Food, inc., tirar a venda que cobre os olhos daqueles que estão presos no ciclo, para que possam ver a situação em que se encontram e procurar como melhorá-la.
O filme fala sobre um problema Norte Americano, que de certa forma atinge e influencia os demais países, já que os Estados Unidos é considerada um modelo para países menos desenvolvidos, a questão de como tratamos os alimentos e cultivamos eles, na maioria vem de exemplos desse pais, que não deveria ser um bom exemplo já que a produção em larga escala e mais rápida de produtos alimentícios vem através de muitos meios que não só aceleram a produção mais também causa problemas a nossa saúde muitas vezes.
ResponderExcluirNos através de jogos, filmes e até mesmo campanhas publicitarias, como designers podemos contribuir na divulgação e conscientização da massa, criando jogos, filmes e campanhas que apresentem a eles como nós estamos tratando nossa comida de modo errado, e os males que esse tratamento causa a nossa saúde, incentivando o consumo de alimentos saldáveis, e mostrando a eles como encontrar tais alimentos.